A Gente Não Quer Só Ouvir, A Gente Quer Ouvir e Participar: Um Olhar Para Duas Rádios Maranhenses e as Possíveis Mudanças no Radiojornalismo
DOI:
https://doi.org/10.63234/rl.v7i2.314Palavras-chave:
Radiojornalismo, Notícia, InteratividadeResumo
Da primeira transmissão no Brasil, aos dias atuais, a tecnologia foi mudando o fazer radiojornalístico, seja na apuração, produção e veiculação da notícia, ou na relação do veículo com seus ouvintes. Tendo a mobilidade como uma de suas características, o jornalismo no rádio tem a possibilidade de assumir uma atitude mais presente no campo dos acontecimentos, sobretudo após a incorporação do telefone celular e mais recentemente com a presença nas redes sociais e com a apropriação de aplicativos, como o Whatsapp, o que permite mais agilidade na coleta e na transmissão das informações diretamente do local da notícia, além de incluir o ouvinte na rotina produtiva. Dessa forma, o objetivo do artigo é refletir sobre essas mudanças no radiojornalismo em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, a partir da análise de duas emissoras locais.
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