Vivências psicomotoras e acolhimento familiar:
práticas integradas no projeto Minimovers
DOI:
https://doi.org/10.70615/alemur.v11i2.8289Palavras-chave:
Psicomotricidade, Atividades Psicomotoras, Desenvolvimento Motor de Crianças AtípicasResumo
O presente artigo apresenta a criação e desenvolvimento do projeto de extensão MiniMovers, vinculado ao programa “Saúde em Movimento” da Universidade Federal de Ouro Preto. A iniciativa busca promover o desenvolvimento global de crianças com transtornos do neurodesenvolvimento, a partir de práticas psicomotoras realizadas em solo e na piscina, com base na Psicomotricidade. O projeto também valoriza o envolvimento das famílias, onde se tem conversas entre os responsáveis e monitores com trocas de experiências e a entrega de cadernos de registro, nos quais os responsáveis relatam percepções sobre o comportamento e o progresso das crianças. Recentemente, o MiniMovers passou a incluir atividades voltadas aos próprios familiares, com revezamento semanal dos espaços, fortalecendo vínculos e o bem-estar coletivo. A metodologia abrangeu o acompanhamento das atividades, a formação dos monitores e a análise dos impactos observados nas relações afetivas e motoras das crianças. Os resultados evidenciam avanços no comportamento, na autonomia e na socialização infantil, além da ampliação da rede de apoio familiar. Conclui-se que o projeto MiniMovers representa um espaço de acolhimento, escuta e transformação, onde o corpo, o brincar e o afeto são reconhecidos como elementos centrais do desenvolvimento humano.
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